sábado, 11 de junho de 2011

Minhas entranhas fervem, numa inquietação desconcertante...
É difícil conter, segurar este impulso, aparentar calma
Preciso, quero, tenho que me libertar, deixar fluir, lavar a alma
Um jorro quente, intenso, incontrolável, me molha e aquece a pele...
Meu corpo jogado na cama, você pairando em minha mente...
No fim, o travesseiro aparando o já citado jorro de lágrimas

Saudades

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